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Segundo o Professor e Biomecanicista Guilherme Brodt, podemos observar diversos aspectos no salto, mas podemos destacar dezoito variáveis cinemáticas de salto. No entanto, essas variáveis apresentam algumas subdivisões.

De forma menos detalhada, ele explica que existem variáveis drop navicular, padrão de aterrissagem, que pode ser em retropé ou sonora e os padrões de propulsão assimétrico, como por exemplo a assimetria propulsiva.

Ele complementa que além dos padrões de propulsão assimétricos, que determinam a decolagem, há também os padrões de aterrissagem assimétricos.

O Biomecanicista também cita o valgismo proximal e distal, que se refere ao salto acontecer por rotação medial dos quadris, ou por abdução dos joelhos. Ainda, há o padrão de joelho avançado, desequilíbrio de pelve ou tronco, retificação lombar e outro movimento, chamado de Wip Cervical, que significa chicote cervical.

Esses são os principais determinantes cinemáticos que podem ser avaliados durante os saltos, e cada um desses movimentos terá uma representação e repercussão funcional no atleta.