Este e-book foi elaborado pensando em lhe ajudar a esclarecer algumas dúvidas sobre avaliações plantares e como elas podem te ajudar na prática clínica. Elegemos 4 informações indispensáveis para os profissionais que desejam realizar a avaliação das pressões plantares de seus clientes. Clique no botão abaixo para saber mais sobre o e-book.

A credibilidade do profissional e o vínculo de confiança que estabelece com o paciente são fundamentais para a adesão aos tratamentos propostos e, consequentemente, o sucesso da terapia. Um outro ponto que diz respeito aos desafios de fisioterapeutas, educadores físicos e outros profissionais é sobre se diferenciar em um ambiente em que muitos pacientes encontram barreiras para buscar um atendimento de saúde, tais como: restrições de convênios e poder aquisitivo.

Muitas vezes alguns parâmetros do laudo de testes de saltos acabam recebendo pouca importância por parte do profissional que o interpreta, por exemplo, as taxas de força concêntrica e excêntrica, que podem ser ótimos indicativos da eficiência do salto, permitindo um olhar aprofundado sobre cada fase desse movimento.

Apesar de nem sempre receber a devida atenção, o tornozelo é uma das articulações mais expostas a sobrecargas lesivas, exigindo um profundo conhecimento por parte do profissional que atua com movimento, da reabilitação à performance. Nesse sentido, uma da melhores opções é a dinâmica inversa.

Sabendo o grande acometimento de lesões no joelho nas mais diferentes populações, e que o entendimento das cargas articulares e ligamentares são essenciais para uma intervenção adequada e segura, a dinâmica inversa do joelho traz um olhar privilegiado para quem trabalha com o movimento!

As tecnologias de análises biomecânicas, praxe nos consultórios, hospitais e clínicas de diversos países, estão chegando aos brasileiros, mas ainda trazem muitas dúvidas sobre como apresentar as avaliações diagnósticas e oferecê-las aos pacientes. A questão pode ser delicada, se encarada como uma simples “venda”. Porém, trata-se de algo que irá impactar positivamente na qualidade de vida e recuperação das pessoas.

Você sabia que a partir da dinâmica inversa na articulação do quadril, podemos entender melhor as estratégias escolhidas para os movimentos? Ou entender como essa articulação influencia no risco de lesões do ligamento cruzado anterior?

A dinâmica inversa nem sempre é entendida pelos profissionais que lidam com o movimento, porém se trata de uma ferramenta que fornece informações riquíssimas, como por exemplo, as cargas impostas às articulações durante um movimento.

As avaliações eletromiográficas estão se tornando cada vez mais comuns, porém nem sempre fica claro o que é exatamente, quando fazer ou mesmo para que servem cada processamento feito com o sinal.

Frente a tantos testes e protocolos disponíveis, muitos profissionais se perguntam como avaliar a eficácia do treinamento de membros inferiores em atletas, de forma que o resultado não forneça apenas uma comparação pré e pós tratamento, mas um retorno sobre qual capacidade física deve ter maior ênfase em cada fase da intervenção.

Você já pensou que, ao avaliar uma articulação, como durante um movimento treinado repetidas vezes, por exemplo, gestos esportivos, pode-se ter um resultado de estabilidade, ativação muscular e alinhamento que não seja representativo de outras situações, mesmo as mais corriqueiras?

Com a ampla variedade de testes disponíveis, muitas vezes a escolha é feita sem considerar qual o teste, ou a combinação de testes mais adequada para cada fim. Por exemplo, você sabia que, além de aspectos biomecânicos, alguns testes representam fatores fisiológicos?

Com o envelhecimento populacional, e com melhores resultados frente a doenças, muito têm se falado a respeito de funcionalidade de movimento. Ainda assim, são recorrentes dúvidas sobre o que tal termo abrange especificamente, como e porque a funcionalidade de movimento deve ser avaliada.

Alguns fatores essenciais para uma boa avaliação dependem, não apenas de um equipamento de excelência, mas também de cuidados da parte dos avaliadores. Alguns pequenos detalhes de orientações durante a coleta de dados pode fazer cm que os dados de um mesmo paciente não possam ser comparados!

O Timed Up and Go Test é comumente utilizado, em pesquisas e na prática clínica. Mas você sabia que os valores específicos para Brasileiros diferem dos padrões normalmente adotados como preditores? E que a simples associação de um instrumento durante a coleta permite a coleta de dados mais específicos sobe a marcha do paciente?

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